Comedor de Casada BH
Sigilo absoluto para quem precisa. Intensidade total para quem deseja.
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Primeiro relato: A Aliança na Mesa de Cabeceira: O Dia em que ela escolheu ser dela mesma
Eu a esperei no flat, um lugar bem discreto em Belo Horizonte. Quando ela chegou, tremia levemente, não de frio, mas daquela adrenalina de quem está prestes a fazer algo proibido e necessário. Casada há 10 anos, mãe de dois, carreira impecável. Ninguém ali imaginaria o que se passava por trás daquele blazer de linho impecável.
Nós havíamos trocado mensagens por uma semana inteira. Ela foi direta: "Amo meu marido, mas me sinto apenas uma 'função': esposa, mãe, chefe. Esqueci como é ser apenas mulher."
Eu não perguntei sobre a rotina, os filhos ou a culpa. Apenas a recebi com um elogio sincero e um sorriso que dizia: aqui você é bem-vinda para ser quem quiser.
A conversa fluiu, o medo dela derretendo a cada gole de vinho. Mas ainda havia tensão no corpo dela, nos ombros rígidos, na forma como apertava a taça. Quando fui beijá-la ela me perguntou: "Estou muito nervosa. Podemos começar devagar? Algo mais... leve?"
Eu sorri, peguei a garrafa de vinho que havia levado e servi mais uma taça para cada um. "Claro. Que tal uma massagem? Só para você relaxar." (fiz vários cursos de massagem ao longo dos anos)
Ela aceitou, deitando-se de bruços na cama, ainda vestida. Comecei devagar, pelas costas, sobre a blusa. Minhas mãos firmes, mas gentis, desfazendo os nós de tensão acumulada de anos. Aos poucos ela foi se entregando, soltando suspiros baixos, o corpo amolecendo sob meus dedos. Tirei a blusa dela com cuidado, depois o sutiã, e continuei diretamente na pele quente. Desci para a lombar, para as coxas, massageando com óleo que eu havia trazido, movimentos longos e profundos.
A massagem foi ficando mais íntima, mais lenta, mais carregada. Meus dedos roçavam lugares que faziam ela arquear levemente as costas, respirar mais fundo. O clima mudou: o que era alívio virou desejo puro. Ela começou a se mexer de um jeito diferente, inquieta, os quadris se mexendo quase sem querer.
Em algum momento, eu me posicionei de joelhos ao lado da cabeça dela. Fiquei completamente nu, e já estava muito duro há tempos, latejando de vontade mesmo. Fiquei ali, perto o suficiente para que ela sentisse o calor dele a poucos centímetros da boca. Ela virou o rosto devagar, os olhos vidrados, a respiração acelerada. Vi ela se contorcendo, mordendo o lábio, lutando contra o impulso. O corpo inteiro dela dizia "quero", mas a cabeça ainda resistia um segundo a mais.
Não aguentou. A resistência quebrou. Ela se virou e tomou a iniciativa com uma fome que me me pegou de surpresa, gulosa, urgente, como se tivesse esperado anos por aquele gosto. Fez com vontade, gemendo baixo, as mãos me puxando mais fundo. Naquele instante, toda a tensão acumulada explodiu.
A partir dali, foi tudo natural, intenso, sem freios. Tirei o resto da roupa dela, ela me puxou para cima, e eu a fiz mulher de verdade, desejada, possuída, livre. O ato foi urgente, demorado, exatamente como ela precisava.
O momento mais marcante, porém, veio antes: quando ela mesma tirou a aliança e a colocou na mesa de cabeceira. Me olhou nos olhos e disse: "Pela próxima hora, eu não sou de ninguém. Só minha."
Naquela tarde, em um quarto silencioso de Belo Horizonte, ela redescobriu a própria pele. Foi tratada como rainha, mas desejada como amante..
Quando se vestiu para ir embora, o tremor havia sumido. No lugar, um brilho safado nos olhos e um sorriso de quem guarda o melhor segredo do mundo. Ela voltou para casa mais leve, mais viva, e muito mais mulher.
Segundo relato: Por que fazer o errado é tão bom?
Vocês sempre me perguntam aqui no blog qual foi a maior loucura que já cometi. A verdade é que a loucura não está no lugar estranho, mas na proximidade do perigo.
Aconteceu há alguns meses. Minha esposa não desconfiava de absolutamente nada, minha rotina de empresário sempre foi o álibi perfeito. Mas o problema era o lado de lá. Ela (a amante) estava de férias com o marido. Sabe aquele tipo de marido que gruda, que quer fazer tudo junto, 'aproveitar o tempo livre'? O cara não desgrudava dela nem por um segundo.
Ela me mandou uma mensagem desesperada do banheiro: 'Não aguento mais esse homem bonzinho em cima de mim. Preciso de você. Preciso fazer alguma coisa errada hoje ou vou explodir.'
Aquilo foi um gatilho. O tesão não era só sexo. Era a necessidade de corromper aquele cenário de 'família feliz de férias'.
Liguei para um amigo psicanalista e ele falou que só ia atender até 16h da tarde e se ele poderia me emprestar a chave de seu consultório e ele logo aceitou, sem me fazer muitas perguntas. O consultório fica num prédio comercial nobre na Savassi. O plano foi montado em 10 ou 15 minutos.
Ela disse ao marido que estava tendo crises de ansiedade e conseguiu um encaixe de emergência com um 'Doutor Pedro', especialista em traumas, indicação de uma amiga. O marido, obviamente, fez questão de levar ela.
A maior loucura da minha vida começou com um aperto de mão. O marido dela não ficou no térreo, ele, prestativo demais, fez questão de subir com ela até a porta do consultório para garantir que a esposa estava 'em boas mãos'.
Eu abri a porta quando a campainha tocou. Eu já estava sem o paletó, mangas dobradas, óculos de leitura e o bloco de notas na mão. A postura era impenetrável. — 'Boa tarde, Doutor Pedro. Obrigado por encaixar a gente de última hora', o marido disse, apertando minha mão com firmeza, olhando no meu olho. — 'Imagina. Vamos cuidar bem dela', respondi com meu melhor tom clínico, segurando a porta aberta.
Ela passou por mim de cabeça baixa, sussurrando um 'boa tarde' extremamente profissional, sem nem olhar na minha cara. Atriz de primeira categoria. O marido se despediu, deu um beijo na testa dela e virou para o corredor em direção aos elevadores.
Eu fechei a porta, mas não tranquei a chave imediatamente. Fiquei com a mão na maçaneta, esperando. Precisa ouvir o 'ding' do elevador e as portas metálicas se fechando para ter certeza absoluta de que ele tinha descido.
Foram os 2 minutos mais longos e excitantes da minha vida.
Para manter o teatro (caso ele estivesse ouvindo atrás da porta), comecei a falar alto, caminhando pela sala: — 'Pode se sentar ali no sofá, por favor. Vamos começar respirando fundo, me conte mais sobre você, o que está sentindo...'
Enquanto eu falava sério, fingindo ser o terapeuta, ela sentou no divã de couro e me olhou com um sorriso de pura malícia. Sem fazer um único ruído, ela cruzou as pernas e depois as abriu devagar. Ela estava sem calcinha. A visão daquela carne rosada, úmida e exposta ali, contrastando com a sala séria e silenciosa, fez meu sangue descer todo para a virilha na hora.
Eu continuei falando, a voz já falhando um pouco: - '...é importante identificarmos os gatilhos da sua ansiedade...'
Ela não parou. Levou as mãos às costas, por baixo da blusa de seda, e desabotoou o sutiã. Com um movimento rápido de ombros, ela puxou a peça por uma das mangas e jogou o sutiã preto no chão, aos meus pés. Os bicos dos peitos dela marcaram o tecido fino da blusa imediatamente. Ela mordia o lábio, me desafiando a manter a postura profissional. Eu travei o maxilar, segurando o bloco de anotações com tanta força que os dedos ficaram brancos. Eu estava a um passo de explodir.
Finalmente, ouvimos o barulho do elevador chegando e descendo. A máscara caiu no mesmo segundo.
Joguei o bloco longe, tranquei a chave com violência e fui para cima dela como um animal faminto.
Não teve conversa, não teve preliminar carinhosa. Agarrei ela pelos cabelos e beijei com raiva, com fome, misturando saliva e urgência. Ela respondeu mordendo minha boca, enquanto minhas mãos apertavam aqueles peitos que ela tinha acabado de libertar.
Empurrei ela contra o encosto do sofá. — 'Você é louca...', eu rosnei no pescoço dela. — 'Eu sou sua puta...', ela sussurrou de volta.
Puxei ela para a ponta do sofá. Levantei as pernas dela e coloquei nos meus ombros, deixando ela totalmente escancarada para mim. A visão era obscena: ela vulnerável, entregue, no meio de um consultório chique.
Entrei nela de uma vez só. Seco, fundo, sem aviso. Ela arqueou as costas e revirou os olhos, perdendo o ar, soltando um gemido rouco que eu tive que abafar com a minha mão na boca dela. — 'Shiii... quer que ele volte?' — ameacei, mas aquilo só excitou ela mais.
O consultório virou uma arena. O som da minha pele batendo nas coxas dela estalava no silêncio da sala. Eu metia com possessão, querendo apagar qualquer toque que o marido tivesse feito nas férias. Virei ela de bruços no braço do sofá, levantei a saia até a cintura e entrei por trás, ditando um ritmo brutal. Eu via o reflexo de nós dois no vidro da estante: um homem de camisa social e uma mulher seminu sendo tomada como uma fêmea no cio.
Eu gozei fundo nela, segurando o quadril dela com força, marcando o território que o outro achava que era dele. Ela gozou tremendo, as unhas cravadas no couro do sofá, mordendo o próprio braço para não gritar.
Mas eu a observei, sentindo uma onda final de excitação, ao notar o rastro do meu desejo escorrendo sutilmente pela parte interna da coxa dela. Entreguei um lenço para que ela pudesse esconder a prova do nosso crime, satisfeito ao saber que, por baixo daquela roupa comportada, ela levava a minha marca para casa.